01 jun 2007

AVISO AOS NAVEGANTES

Pois é… o ritmo das atualizações do Kibe Loco esteve muito aquém do normal nos últimos dias. Quem é habitué sabe que, na média, o site é atualizado duas a três vezes por dia – inclusive nos fins de semana – desde quando surgiu, em abril de 2002 (a conta é simples: são mais de 5 mil posts para quase 1.900 dias no ar). Infelizmente os números não se repetiram na semana que passou.

O motivo é simples. Ou melhor, o motivo deveria ser simples, mas não é. O Kibe Loco só mudou de endereço. E não estou me referindo à URL ou à Globo.com, onde o blog está hospedado. Falo do endereço físico mesmo.

Ao contrário do que muita gente pensa, o Kibe Loco não é uma empresa com milhares de funcionários em um edifício de luxo na Av. Paulista. O Kibe Loco é feito por uma pessoa (muito prazer) de um apartamento na zona sul do Rio de Janeiro. E aí, já viu, né? Mudou o apartamento, mudou tudo. Do endereço das faturas do celular ao caminho para o trabalho. Nada muito complicado até entrar em cena a lentidão na mudança e instalação da TV por assinatura, do telefone fixo e… tcha-raaam!!!… da internet. Skavurzka!!!

O atendimento é ruim, os prazos são irreais, as condições são abusivas… é tanta coisa que ninguém precisa ser um “Boris Casoy” para achar tudo um absurdo. Em alguns momentos, a impressão é a de que eles estão fazendo o favor de receber suas mensalidades exorbitantes todo o mês. E nem o fato de não viver em Kingston nos consola. Afinal, se no passado o Hélio de La Peña pôde dizer “se a Net daqui é assim, imagina a da Jamaica”, hoje em dia a realidade é outra. Basta analisar a qualidade desses mesmos serviços por lá.

Enfim, depois desse chá de cadeira que a burocracia e a incompetência me serviram, pretendo ficar mais atento às campanhas contra todo e qualquer sinal de desrespeito contra o cidadão comum, que de cliente, passa a ser refém dessas (aí, sim!!!) empresas com milhares de funcionários em edifícios de luxo na Av. Paulista.

Para começar, entrei de cabeça numa campanha enviada pelo leitor Alexandre Massato, a “BLOQUEIO NÃO” (formulário aí na coluna da esquerda), contra as operadoras de celular que travam os chips de outras teles. Uma prática parecida com aquela que proibe a manutenção do número da linha numa eventual troca de empresa de telefonia. Ou seja, que restringe a liberdade do usuário, mina a livre concorrência e vence o consumidor pelo cansaço.

Fui o 9129º (eu acho) a participar do abaixo-assinado. Convido vocês a fazerem o mesmo clicando AQUI.

Aí, quem sabe, poderemos todos voltar para a nossa programação normal.

comentários
comentários