30 jul 2012

KIBE LONDRES (PARTE 2)

Menos de uma semana após o início dos Jogos Olímpicos de Londres, os amantes dos esportes já puderam testemunhar momentos de muita emoção e, claro, muito constrangimento também.

Como os momentos bonitinhos são repetidos ad nauseam pelos veículos tradicionais de comunicação, resolvemos, abaixo, listar os cinco piores momentos – pelo menos para nós – das Olimpíadas até aqui.

5º LUGAR – DERAM BANDEIRA.

Pois é. O esporte ficou em segundo plano logo no primeiro dia dos Jogos Olímpicos de Londres. O jogo entre Coreia do Norte e Colômbia pelo futebol feminino quase não aconteceu porque, na apresentação as equipes, a bandeira do país asiático foi trocada justamente pela Coreia do Sul, nação contra qual mantém conflito e separação desde a Segunda Guerra Mundial.

A organização formalizou um pedido de desculpas e comprometeu-se a não repetir o equívoco para contornar a situação e evitar um incidente de maiores proporções. A Coreia do Norte aceitou as desculpas, mas a partida teve seu horário de início remarcado, passando das 15h45 para as 16h50 e o público presente aplaudiu imensamente o hino norte-coreano (para desespero do mundo ocidental).

As coreanas dominaram a partida e venceram a Colômbia por 2 a 0.

4º LUGAR – P*%RRA, MYLENA!

Cobrir eventos ao vivo não é uma tarefa fácil para nenhum jornalista. Cobrir os Jogos Olímpicos então, é quase uma overdose de nervosismo e adrenalina. Depois de Ana Paula Padrão (veja mais abaixo), foi a vez de Mylena Ciribelli dar com a língua nos dentes.

A culpa, claro, não foi dela, mas, graças a uma falha, o áudio da jornalista vazou e, com ele, um sonoro palavrão chegou aos lares de todos que acompanham as Olimpíadas pela TV aberta. Ouça…

“Fala aqui na p*%rra do fone!”

3º LUGAR – É BRONZE!

O 3º lugar é bronze. Mais especificamente o bronze do judoca brasileiro Felipe Kitadai.

Emocionado pela conquista, Felipe não larga a medalha em hipótese alguma. Nem debaixo do chuveiro. Mas o apego acabou sendo a causa de um problema peculiar. Ao entrar no banho, o brasileiro levou a medalha consigo e teve a “brilhante ideia” de segurá-la com os dentes. Resultado? A meldalha caiu no chão e… quebrou! Isso mesmo.

A delegação brasileira já fez um pedido oficial ao COI para trocar a medalha.

2º LUGAR – OS IRMÃOS HYPÓLITO.

Um filme deve ter passado na cabeça dos irmãos Diego e Daniele Hypólito quando os ginastas, mais uma vez, desequilibraram-se e caíram. Aliás, um filme que todo mundo já viu.

Diego repetiu o desempenho pífio dos Jogos de Pequim há quatro anos. Na China, caiu sentado. Em Londres, caiu de quatro. Abatido, Diego se desculpou com o clube, patrocinadores, torcedores e disse que “amarelou” (?!?).

Daniele, que saltou um dia depois do irmão, deu uma desculpa mais esfarrapada. A ginasta disse que é tão ligada a Diego, que, quando ele sofre, ela sofre também e, por isso, acabou sendo “influenciada”.

Resta saber por que ela foi tão mal nos 4 (quatro!) Jogos Olímpicos que disputou, já que o irmão esteve só em dois.

1º LUGAR – PADRÃO GLOBO.

Ana Paula Padrão, principal âncora e apresentadora da transmissão inédita da Record durante os Jogos Olímpicos de Londres pode ter saído da Globo, mas a Globo, pelo visto, não saiu da Ana Paula Padrão…

Record: a gente vê por aqui.

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