Ou por um Leandro Guerreiro. Vá saber…
Dica do Rodrigo Ferrari.
Revista afirma que John Travolta trai a mulher com homens
***
“Os Embalos de Sábado à Noite” já não são mais os mesmos. Agora não precisa nem dançar pra entrar na roda.
***
Qual o melhor comentário sobre a notícia acima?
a) Grandes merdas. No São Paulo, o cacete é liberado o dia todo.
b) Não faz mal mesmo. Ronaldo tomou três cacetes numa madrugada dessas e tá mais “forte” que vaca premiada.
c) “Êêêêê! Oh, oh! Vida de galo…”
Deputado britânico descobre pelo jornal que esposa brasileira é prostituta
***
E isso, para um político, é como descobrir que estava transando com a própria mãe.
Ewwwww…
Uma briga nos assentos do estádio Arthur Ashe (Nova Iorque) chamou mais a atenção que a partida de tênis entre Novak Djokovic e Philipp Petzschner durante o US Open.
Tudo começou porque Lawrence Burnett, de 75 anos, pediu para Pedeville Joseph, de 27, calar-se durante a partida. Pedeville recusou-se a ficar quieto alegando que tinha “apostado muito dinheiro no jogo”. Os dois começaram a discutir e Tracey Falco, 49, filha de Lawrence, tomou as dores do pai e deu um tapa no rosto de Pedeville.
Pedeville desdenhou da agressão, disse que poderia levar mais vinte bofetões como aquele e voltou a sentar-se. Burnett ficou furioso e agarrou Pedeville, que o empurrou escada abaixo.
A partir daí a confusão aumentou e a partida foi interrompida.
Depois do incidente, os três torcedores foram banidos do US Open por dois anos, mas a falta de seguranças nas arquibancadas chamou a atenção dos presentes.
Abaixo, um vídeo composto de três ângulos diferentes de registros de espectadores nas proximidades e as imagens da partida. Todos sincronizados.
Primeiro mundo, né? Sei. Imagina isso no “Fielzão”…
Da série “Paródias de uma galáxia muito… muito distante”:
“And so I build a pod, build a droid... Obi Wan gets annoyed!” (0:38)
Destaque também para: “Jar-Jar (worse than C3PO), you’re surely Naboo’s pride, though I sometimes wish you’d never been born at all…” (2:29) e “Boba Fett, Boba Fett! Was your father named Jango?” (3:16).
No Japão, caminhar não é preciso. É precisão…
São Paulo seria uma cidade muito mais divertida se as pessoas andassem assim pelas ruas.
Enviado de Patrícia Chiavenatti.