E eu achando que esse último final era do Nemo…
Enviado pela internacional Janiffer Gross.
Das séries “Amor sem fronteiras”, “Chama-se ‘carma’, Justin Bieber” e “Joel Santana’s School of English”:
Legenda: “Good morning. I love Justin Bieber and he is my life. Kisses. I love you so much.”
Inclusão digital: a gente vê por aqui.
Era uma vez um problogger de tecnologia no baile funk…
“Gente… ele tem essa carinha, mas no computador da casa da mãe, ele é danadinho!”
Detalhe para o “Vai, gordo filho da p*%ta!” em 0:28.
Dica do Flavio.
Da série “Anúncios que gostamos de ver por aí”:
Coisa da Moma. Porque no mundo de hoje, tudo envelhece rápido.
O flagrante abaixo, enviado pelo Dudu, apesar de curto, é bastante esclarecedor sobre a relação torta entre a população carente e os políticos brasileiros. O vídeo, filmado através de uma câmera digital simples, é obra do menino Leandro, que na época tinha 17 anos.
Segundo o advogado Ricardo Gama, que publicou o vídeo na internet, Leandro faz “marcação cerrada” no governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, desde que este teria, segundo o jovem, lhe prometido um notebook que nunca foi entregue.
Todas as vezes que encontra Cabral, Leandro registra o evento. Dessa vez, não foi diferente: o jovem filmou a visita do governador a um complexo esportivo de sua comunidade na companhia do presidente Lula e, segundo Gama, da candidata Dilma Rousseff, que não aparece no vídeo.
O início já é chocante. O menino diz que seu esporte preferido é tênis e pergunta por que não há jogos da modalidade no local. Lula responde que “Tênis é esporte da burguesia, p*%rra!” e, em seguida, sugere que Leandro pratique natação. O jovem então responde: “A gente não pode entrar na piscina!”.
Antes que Lula esboçasse qualquer reação, Cabral pergunta ao menino – em tom quase debochado, diga-se de passagem – por que a população não poderia entrar na piscina. Leandro, que não é governador, não tinha a resposta.
Nesse momento, há um corte no vídeo e Lula aparece falando com pessoas que, aparentemente, são responsáveis pelo complexo. O presidente, visivelmente preocupado com a imagem, avisa: “O dia que a imprensa vier aí e pegar um final de semana com essa p*%rra fechada, o prejuízo político será infinitamente maior que colocar dois ‘guarda’ aí. Coloca dois ‘guarda’ aí. Coloca ‘o Bombeiro’ para tomar conta e abre isso.”. Cabral concorda.
Depois, abraçado com o presidente, Leandro reclama que todo dia acorda com o barulho do Caveirão, nome popular do carro blindado usado pelo BOPE em incursões nas favelas. Cabral, ao lado, pergunta: “Caveirão ou traficante na porta, ‘malandragem’?”. Leandro reafirma o que disse, alega ter vídeos para comprovar e ainda ouve risadas quando fala que na rua onde mora não há tráfico de drogas.
No fim, Cabral chama o menino de “otário” e sugere: “Coloca essa inteligência toda para estudar, sacana.”. Foi o desfecho ideal para o jovem, além de dizer que vai sempre á escola, corrigir o governador e mostrar que tem nome: “Leandro.”.
Nem “malandragem”, nem “otário” e nem “sacana”.
Mickey vs. Donald… por que não relançam o filme inteiro assim? Eu assistiria.
O Pato Donald é si-nis-tro!
Hoje, a partir das 21h45, tem live blogging do primeiro debate entre os candidatos à presidência (Band) e da semifinal da Taça Libertadores entre São Paulo e Internacional (Globo). Acompanhem, participem e comentem na janela abaixo!