QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA
Ministra da Igualdade Racial cai por uso irregular de cartão
Depois de utilizar de maneira irregular o cartão de crédito corporativo, a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, pediu demissão. Matilde foi pressionada pela cúpula do Planalto e entregou o cargo ao presidente Lula em audiência no palácio.
Entre uma compra e outra, Matilde utilizou o cartão em um free shop (R$ 461,16), no aluguel sistemático de carros (mais de R$ 110 mil, sem licitação) e em seu período de férias (R$ 2.969,01, estreando com R$ 104 num bar da Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo), totalizando R$ 171 mil em 2007, a recordista entre os ministros.
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Brasília Express: não saia do gabinete sem ele.
SAMBA DE UMA NOTA SÓ
Da série “Grandes marchinhas do Carnaval… digo… do ano todo”:

Sim… você já conhece o enredo desse samba.
Ao Mestre com carinho.
OPERAÇÃO “MÃOS LIMPAS”
GOOGABEIRA
Todos sabem que o Google é o maior site de buscas do mundo. Motivos não faltam. É o mais acessado, o mais rápido e o que apresenta os resultados mais relevantes.
O mecanismo é tão elaborado que, de uns tempos para cá, passou a sugerir ao usuário (guardem essa palavra) os termos que ele pode estar procurando.
E é aí que mora o perigo.
Um internauta volúvel, influenciável e menos capaz (tipo fã da Irislene Stefanelli) pode, de uma hora para outra, levar fumo no trabalho de inglês da escola.
Como? Simples.
Vá até o Google, clique em “Imagens” e procure por “crack” (“rachadura” em inglês)…
OSSO DURO DE ROER
Marido chama polícia para dar flagra em adultério da mulher
O gerente de vendas Alan Medeiros, 23 anos, residente no centro da cidade de Sousa (PB), fez questão de expor a traição da sua mulher, Islânia de Araújo, de 29 anos.
A atitude foi tomada depois que ele a flagrou com outro homem em um motel que fica localizado na saída para a cidade de Uiraúna.
Alan, que já vinha investigando o comportamento da mulher há algum tempo, procurou a polícia para acompanhá-lo em um flagrante.
O gerente de vendas pediu que os policiais elaborassem uma ficha informativa narrando o fato que foi entregue na delegacia.
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É o famoso “corno Aspira”: não come, corre atrás dos outros, fica de tocaia, passa a noite em claro, dá o flagrante e depois é tão esculachado que pede pra sair.






