
Em defesa da comunidade da floresta encantada.
Graças a Leandro Reis, de Pirassununga (SP).

Graças a Leandro Reis, de Pirassununga (SP).
Estou de volta. Em breve, nossa programação normal também estará.
E enquanto os posts novos não vão saindo, fiquem com um dos vídeos da campanha produzida pela agência que anunciou no banner lá em cima e em outros blogs do país…
Afinal, os profissionais que anunciam nessa nova mídia, demonstram sensibilidade, sensatez e contemporaneidade. Por isso, também merecem a sua audiência.
A diretoria e os médicos nas estradas agradecem.
Como ex-colônias de Portugal, Angola e Brasil nutrem algumas semelhanças entre si: língua; burocracia; culinária; burocracia; corrupção; burocracia e, claro, burocracia. Há também a coincidência nos nomes dados a ruas, parques e praças. Personagens da época da monarquia, como Dom Pedro, Dom João e Vasco da Gama são tão fáceis de encontrar nas esquinas de cidades brasileiras como aqui em Luanda.
Há no entanto, uma rainha que, apesar de desconhecida para mim, é bastante popular entre os angolanos. Chama-se Rainha Ginga.
Aqui, Rainha Ginga é nome de rua, mercado, farmácia, restaurante, pousada e até barraquinha de telefone (sim… aqui existem ambulantes que alugam os próprios celulares, uma vez que quase não existem telefones públicos pela cidade).
Enfim, é tanta Rainha Ginga, que passei a me questionar sobre ela. Quem teria sido Rainha Ginga? Rainha Ginga teria sido da nobreza colonial? Rainha Ginga teria sido uma autoridade tribal? Rainha Ginga teria sido a “Princesa Isabel” deles? Rainha Ginga seria uma divindade? Rainha Ginga seria uma expressão como “Santa Paciência”? De novo: quem teria sido Rainha Ginga?
Rainha Ginga indo, Rainha Ginga vindo, a curiosidade aumentando e… não resisti. Abordei nosso guia com a tão esperada pergunta:
– Quem foi Rainha Ginga?
E ele, sem titubear e com uma naturalidade invejável, respondeu:
– Foi uma rainha.
E então percebi que os angolanos não são tão burocratas, afinal.
Paulo Soares, apresentador do “Sport Center” (ESPN Brasil), costuma mandar abraços para os telespectadores que correspondem-se com o programa. Um hábito bastante comum e que geralmente passa despercebido. Exceto, é claro, quando um fã com um nome bastante pitoresco como Tomas Turbano (cuja cacofonia resulta num sorrateiro “Tô masturbando”) faz contato. Aí cai na internet mesmo…
E depois ainda sobrou para o Zé Boquinha, coitado.
Dedicado a Antero Greco, o feiticeiro que experimentou um pouco do próprio feitiço.
Brad Pitt doa US$ 100 mil a partidários de casamento gay
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Brad Pitt que me desculpe, mas 100 paus não serão suficientes para toda a causa gay.
Pode apostar.